quinta-feira, 9 de abril de 2009

Enfim, estreamos! Agora segura!

É Libertadores! É guerra! É garra! É malandragem! É sonho! É magia! É alegria! É lembrança! É história! É Palmeiras!
Ontem, em mais um jogo daqueles para ser lembrado por anos, vimos tudo isso, com uma pitada, um cheiro, um gosto diferente. Um sentimento de que temos um time, sim, competitivo e à altura de disputar uma Libertadores em alto nível, vencê-la é consequência.
Não foi uma Academia, não foi uma Máquina Verde, foi um Palmeiras de resultado, jogando com raça, força, gana e, sobretudo, com inteligência. Libertadores não foi feita para ser ganha dando show, foi feita para jogar como time pequeno quando preciso, para dar chutão, dar carrinho, se jogar na frente de chutes adversários, para achar um gol quando menos se espera, para matar o jogo em uma jogada individual, para quebrar tabus, para Santo e para Guerreiros. Para separar times pequenos de times grandes, entendeu Sport?
O que faltou contra LDU (Tá, nem tanto!) e Colo-Colo sobrou ontem. Um time vibrante, sem medo, raçudo, técnico, jogando como campeão, como Palmeiras. Mostrou que aprendeu como se joga uma Libertadores. Foi um Palmeiras "Libertadorístico", foi um jogo especial, o jogo do ressurgimento daquele time que ainda não tinha estreiado. Nos deixaram estrear, agora quero ver segurar!
A situação melhorou, mas está longe de ser confortável. Mais três decisões nos aguardam na Libertadores, mais três jogos que precisaremos do mesmo espírito do, já histórico, 08 de abril de 2009. Ontem não foi fácil, como não vai ser fácil esse mês. Mas, aguardem, valerá a pena tanto sofrimento. Vai ser lindo o final do semestre!
Enfim, estreamos na Libertadores!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Vai começar o 1999 em 2009!

Bons tempos! Boas coisas! Ótimas recordações! Inesquecível semestre! Mais uma linda página escrita na gloriosa história da Sociedade Esportiva Palmeiras! Não tínhamos 11 craques, nosso técnico não era um lord britânico, nosso presidente era o da pior espécie. Mas mesmo assim, aquele primeiro semestre de 1999 ninguém esquece, foi histórico e a histórica ninguém muda.
Onze operários (ou seriam Filhos?), um xerife (ou seria um Paizão?), um título, uma semifinal, um vice-campeonato. Jogos homéricos, viradas épicas, vitórias incontestáveis, derrotas de cabeça erguida. Todos os jogos era uma final. O Palmeiras de 1999 não ficou marcado apenas pela Libertadores, é inesquecível pela sua superação, determinação, garra, gana, espírito vencedor. Um Palmeiras longe de sua tradição histórica, mas que honrou a histórica tradição do Palmeiras.
Por que lembrar desse guerreiro time de 99? Porque estamos, depois de 10 anos, na mesma situação. Tudo daqui pra frente é uma final, durma bem nos dias que antecederão aos jogos, consulte seu médico, tome seu calmante. Teremos um 1999 em 2009! Que gratificação é escrever isso, que boas vibrações me dá.
Abril chegou, mas parece que vai chegar dia 9, mas não o Dia 8, o Dia da Nova Arrancada Heróica (desculpem-me a heresia!). 2009 tem tudo para ser tão histórico quanto 99.
Temos um remanescente, justamente o herói de 10 anos atrás, logo o líder do elenco, cabe a São Marcos chamar o elenco e contar a história que ele sabe como ninguém. Contar aquele conto de fadas que foi o primeiro semestre daquele 99 mágico.
Aquele título, aquela semifinal, aquele vice tem mais história do que muito time que se julga Campeão do Mundo, do que muito time que tem a fama de preferir homem a mulher.
Que as epopéias contra Vasco, eles, Flamengo, Santos, Deportivo Cali se repitam contra Sport, LDU, Colo-Colo e contra vier pela frente.
Que o espírito vencedor daqueles que nos deram a América e orgulho de vê-los suar, chorar, brigar pelo Palmeiras, inspire esse novo elenco.
Para fazer parte da história do Palmeiras não basta ganhar jogos, tem que ser campeão, tem que suar sangue (Ah, 99 que não volta mais!), transpirar genialidade (Ah, Academias que não voltam mais!). Tem que honrar esse Manto Sagrado que é uma dávida poder vesti-lo. Quem escreve a história não é quem a escreve, quem escreve a história é quem a faz!
Começou Abril, o ABRIL VERDE, começou agora mais um semestre histórico, como o de, já longínquos, 10 anos. Só depende de nós, deles, da superação, determinação, garra, gana, do espírito vencedor.
Vai começar o 1999 em 2009!

terça-feira, 31 de março de 2009

Que bom que vai durar até Dia 8!

É, o empate foi frustrante. A, ainda, não confirmação do primeiro lugar deixou todos com a pulga atrás da orelha. A formação do time pode não estar agradando. Alguns jogadores podem não estar jogando o mesmo futebol do início da temporada. Luxemburgo pode estar inventando e insistindo em algumas escalações ou substituições que não estão dando certo. O rendimento do time caiu justamente na pior hora possível do semestre.
Mas ainda é o Palmeiras, são os mesmos jogadores que no começo do ano deixou o torcedor palestrino/palmeirense com o gosto de muitos títulos no ano. Esse gosto saiu da sua boca? Então você é aquele torcedor imediatista, é aquele mesmo que criticou na pré-temporada e elogiou até o jogo contra o Colo-Colo, que depois voltou a elogiar e agora está aí criticando até o Marcos.
Lógico que existem alguns jogadores no elenco que não têm condição de vestir a camisa do Campeão do Século XX, evidente que merecem críticas. Se esses saírem virão outros, e alguns (ou todos) também não agradarão a nossa exigência. Mas me respondam: Qual time no Brasil tem 25 jogadores do nível de suas tradições? Nenhum.
Chorar o leite demarrado não vai adiantar em nada. O tempo não voltará atrás. Não podemos contar com os últimos ídolos-relâmpagos que tivemos nos últimos anos. O que temos está aí, são aqueles candidatos a ídolos-relâmpagos do início da temporada, os mesmos esculachados hoje. Os mesmos que vão nos dar títulos esse ano e, no pensamento imediatisma, se tornarão ídolos-eternos. Ou você nao acredita mais neles?
Na humilde opinião desse que vos escreve, algumas críticas são descabidas de desvariados donos da verdade. Criticar Marcos que só pela sua história merece todo o reconhecimento e é anos luz melhor que Bruno e Deola, é inconcebível. Sim, a zaga é muito falha nas bolas aéreas, mas com a bola no chão é segura, precisa de treinamento, muito treinamento. Sandro Silva não é lateral, é volante e está visivelmente perdido na nova função, pensei que nunca escreveria isso, mas: "Saudade de Fabinho Capixaba!". Armero foi irreconhecível, mas até antes da partida era o melhor lateral-esquerdo do país. Cleiton Xavier e Diego Souza são grandes jogadores, sabem jogar muito futebol, mas não são craques que em todos os jogos vão ter lampejos e decidir. Keirrison não é uma máquina, é um garoto de 20 anos que se destacou com toda a justiça e hoje merece atenção especial de todos os zagueiros que irá enfrentar, vai ser craque, mas jogando isolado não pode fazer milagres, às vezes a bola não chega, às vezes chega quadrada e, às vezes a bola teima em não entrar, vida de atacante. Lenny era o pior jogador da história do Palmeiras ano passado, nesse virou esperança de salvação. Marquinhos, hoje, é o pior jogador da história do Palmeiras, o que faz o torcedor ter a certeza que ele não pode dar a volta por cima? Pierre dispensa qualquer comentário, Monstro!
O que não me agrada (Lembrando sempre que essa é a minha humilde opinião) em nada é ver Jumar e Evandro tentando ser jogadores do futebol no Palmeiras. O primeiro não acerta um bote, chega sempre atrasado e não alcança ninguém na corrida. O segundo roda, roda e não sai do lugar, quando sai toca para trás, não dá sequência a nenhuma jogada, enfim, não é jogador de futebol.
E Luxemburgo, faça um favor a todos palestrinos/palmeirenses, coloca logo o time que vai pegar o pequeno Sport. E para de inventar.
Se nós, torcedores do líder, de ponta a ponta, do Campeonato Paulista e do time com reais chances de classificação na Libertadores não acreditar, não apoiar esse time, quem vai? São os mesmos jogadores no início da temporada, os, até então, idolatrados por muitos. Será que eles desaprenderam a jogar futebol? Acho que não.
Mas há um fator bom em todas essa críticas descabidas dos desvairados donos da verdade. Isso não vai acabar com a vitória contra o Botafogo de Ribeirão no Domingo. Mas vai durar até dia 8, quando acabar o jogo em Recife. Dia 9 a torcida que canta e vibra voltará a elogiar os execrados de ontem, hoje e amanhã. Tudo será festa!
Se nós não acreditarmos, quem vai?
É Dia 8! É Palmeiras!

segunda-feira, 30 de março de 2009

O ano só começou!

É de conhecimento público o ódio, a repulsa, o nojo que tenho do São Paulo Futebol Clube, o mesmo time que tem aquela história suja e a fama de viado. Perder para essa corja me dói mais que perder para o Sport Clube Corinthians Paulista, aquele sem estádio, sem passaporte e que fede. Mas não é a derrota para elas que vai abalar minha confiança, esperança e fé na Sociedade Esportiva Palmeiras, aquele time Campeão do Século XX e com a história mais linda e gloriosa dentre todos os clubes do país.
Como todo palestrino/palmeirense gostaria de ser Campeão Paulista invicto. Já queria estar com o primeiro lugar garantido no Sábado. Queria ver Keirrison humilhar o tal do Washington. Ler nos jornais de Domingo: "Quem é Hernanes?", após uma atuação impecável de Cleiton Xavier. Queria que o Marquinhos, aquele que veio do Vitória, realmente estreiasse. Que Jumar fosse apenas uma ilusão de ótica em sua corrida para cobrança de faltas. Queria ver, no minímo, Deividy Saccony no lugar de Evandro. Queria que Ortigoza não tivesse machucado. Queria ter laterais. Queria ter onze Pierres. E, ah, como eu queria que aquele chute na trave tivesse entrado.
Mas isso é o futebol, tem dias que nada dá certo. Tem jogos, como o de Sábado, que perdemos por aquelas coisas que só "Sobrenatural de Almeida" explica. Tomar gol aos 2 minutos, desestabiliza qualquer esquema pré-estabelecido, principalmente em clássico. Jogar sem laterais e sem o melhor jogador do time contra os viados em sua Boate GLS é complicado.
Sair à caça as bruxas quando o time perde um clássico jogando bem, quando muito provavelmente terminaremos a fase classificatória em primeiro, quando temos o jogo mais importante do semestre batendo na porta, e quando perdemos para um time tão bom quanto o nosso, é, no mínimo, querer aparecer ou querer tumultuar um ambiente quando isso não é necessário.
O ano ainda não acabou, teremos outros confrontos contra elas. Aí, amigos, o salto delas vai quebrar, no final da balada, na mesma Boate GLS. O ano só começou!
Clássicos no Paulista:
O Palmeiras goleou o Santos, empatou com o Fedidos e perdeu para as Baitolas.
O Santos venceu as Baitolas, perdeu para o Palmeiras e perdeu para os Fedidos.
As Baitolas venceram o Palmeiras, perderam para o Santos e empataram com os Fedidos.
Os Fedidos venceram o Santos, empataram com o Palmeiras e empataram com as Baitolas.

sexta-feira, 27 de março de 2009

O inesquecível último jogo!

Existem jogos que marcam a vida de uma pessoa. Existem momentos inesquecivéis na vida. Existem aqueles jogos e momentos que se fundem em um misto de alegria e dor, o que vou contar é um desses.
O dia 03/05/2006 foi inesquecível por inúmeros motivos. Era dia de jogo do Palmeiras, eliminatório na Libertadores, contra as Bailarinas, na Caixinha de Música, e nós precisando da vitória. Motivos de sobra para a ansiedade e a angústia perdurarem por todo o dia. Como se não bastasse tudo isso, quando estava saindo para ir ao bar ver o jogo ELE disse que me acompanharia. Nunca tinha feito isso, nunca foi ao bar ver o jogo comigo, momento de êxtase e bons presságios.
Fomos, eu e ELE rumo às cervejas, aos amigos (que ELE já fez naquele dia), ao Palmeiras e à vitória. Jogo tenso como não deveria ser diferente, surtos de euforia, raiva, alegria e desapontamentos. ELE sabia da história obscura do time inimigo, e assim o tratava. Nem nas duas eliminatórias contra os gambás o vi daquele jeito, o Homem (é que Homem!) queria a vitória a qualquer custo.
Quando se deu o primeiro gol inimigo, logo no início da partida, ELE ficou quieto, tomou um gole da sua cerveja e acendeu um cigarro, não esboçou reação. Passado o choque, voltou à tona o sangue italiano. Figas, palavrões, discussões comigo eram seus repertórios durante um jogo. Acabou o primeiro tempo, fomos tomar um ar e ELE me disse: "Vai dar! Vai dar! Vai dar!", foi a única coisa que falamos sobre o jogo durante o intervalo.
Segundo tempo, mesma mesa, outras cervejas, outros cigarros, inúmeras figas e palavrões, pouca discussão. Logo sai nosso gol de empate, o Homem me abraça que quase me enforca. Era o gol que ELE queria, o gol da Esperança. E me repetiu: "Vai dar! Vai dar! Vai dar!"
No fatídico lance em que senhor Wilson de Souza Mendonça, volante das meninas, rouba a bola e entrega ao colorido, ELE já se levantou prevendo o pior que viria a acontecer com o pênalti arranjado. Foi o estopim, chutou cadeira, derrubou cinzeiro, foi à frente da TV ofender o larápio e aguardou ali a cobrança do penal. Voltou à mesa de cabeça baixa e me disse: "Acabou!".
Mal sabia ELE que ali não tinha acabado a Libertadores para nós. Ali tinha acabado o nosso último jogo juntos. Não me acompanhou no bar no jogo do final de semana.
Cravada uma semana, ELE passou mal e saiu da sua casa pela última vez.
Hoje não assisto mais jogo em casa. Mudei de bar. Mas onde eu for assistir o Palmeiras ELE está comigo. E Palmeiras contra São Paulo, depois daquele 03/05/2006, se tornou ainda mais especial.
Sempre é a minha vingança por aquele dia.
O nome DELE? Osvaldo Gregório, meu pai.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Sábado é ódio, como sempre deve ser

Clássicos em fase de classificação de Campeonato Paulista, sobretudo quando já estamos classificados, tendem a ser "menosprezados" por torcedores. Mas nunca um Palmeiras versus São Paulo pode ser considerado como uma simples partida de futebol que vale apenas três pontos. Além desse duelo de sábado valer nosso primeiro lugar na fase classificatória, nos manter na busca da Taça dos Invictos (que por sinal, já tiramos do time do Morumbi), além de complicarmos a situação do time colorido na tabela, de ser indiscutível a importância de uma vitória em clássico dias antes do jogo mais importante do semestre em Recife. Existe um adendo que não pode ser esquecido, cada jogo entre Palmeiras e São Paulo é uma nova maneira, é outra chance, é mais uma vingança sobre o clube mais sujo do futebol brasileiro.
A cada semana desse clássico, a cada apito inicial, a cada gol, 1942 deve ser lembrado. 20 de setembro de 1942 deve estar presente em cada pensamento sobre esse jogo, seja qual for a competição, seja qual for a situação das duas equipes, seja lá qual for a importância do duelo, seja quem estiver vestindo o nosso Manto e o vestidinho delas.
Como se já não bastasse o ódio nutrido por esse time desde 1942, ultimamente temos um tempero especial nessa inimizade, dentre elas, a arrogância, o gás, a Bicha Velha, o Anão e o Bêbado. O tempo passa, os anos se vão mas a arrogância é a mesma e os prepotentes se renovam. Só resta ao Palmeiras e nós palestrinos/palmeirenses (com Paz, sempre!) vingar mais uma vez, como sempre devemos fazer a cada confronto.
Sábado, mais uma vez, tem que ter a faca nos dentes, "sangue no zóio", ódio, raiva desse clube. Os heróis de 1942 merecem essa homenagem em todo Palmeiras versus São Paulo.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Jornalismo sério para o futebol ter Paz!

Jornalismo, o quarto poder, o comprometimento com a seriedade e a verdade, a informação dada como realmente acontece e/ou aconteceu, a responsabilidade de manter a sociedade informada e ciente dos fatos. Me parace que dois senhores (Só para falar deles, pois existem muitos outros!) se esqueceram disso. Flávio Prado e Cosme Rimolli envergonharam a classe nesses últimos dias.
A parcialidade, a maquiagem sobre a verdade, as inverdades de cara limpa, as tentativas de uma vaga em programas humorísticos fizeram parte da semana desses dois pseudos-jornalistas. E a vítima desses ataques infundados? Como não poderia ser outra, a Sociedade Esportiva Palmeiras.
Um pode alegar que apenas quis comentar o assunto dos táxis de um maneira mais descontraída, outro pode afirmar que tem fontes de dentro do clube sobre um hipotético alicate. Mas, senhores diplomados e "combatentes" da violência nos estádios, e a torcida que é movida pelo irracional?
Comentar sobre a ida do time do Palmeiras de táxi ao Palestra Itália no dia em que São Paulo esteve submersa e âncorada, com tom de deboche? A única alternativa era aquela, ou ele queria que perdessemos por W.O. e o seu time colorido diminuisse a distância que tem para nós? Relembrar a ida à Potosi, dizendo que a delegação alviverde foi de caminhão, quando todos nós sabemos, inclusive Flávio Prado, que o automóvel era uma caminhonete? O tom de irônia, o deboche descarado inflama na torcida apaixonada e irracional a sede por embate, seja lá qual for.
E o outro? Aquele cheio de fontes em todos os clubes da Terra. Eu sei, você sabe, ele sabe que o clima para Palmeiras e Sport não é dos melhores, talvez seja o pior possível. E esse rapaz vem e põe mais lenha na fogueira? Alardear a inverdade de que Luxemburgo foi à Ilha do Retiro munido de um alicate, cultivar a intriga do tal do Beltrão (dirigente do Sport) com o técnico do Palmeiras, tentar criar picuinhas entre Luxemburgo e o Presidente Belluzo, sempre faltar com a verdade quando se fala do Palmeiras. Esses são apenas algumas das coisas que Cosme Rimolli faz com o Palmeiras. As torcidas, tanto do Sport quanto a do Palmeiras, são apaixonadas e irracionais, isso apenas inflama a sede por embate, seja lá qual for. E uma das vitímas, mais uma vez, pode ser o Palmeiras, a Sociedade Esportiva, seus funcionários e/ou amantes.
A falta de irresponsabilidade de alguns pseudos-jornalistas me fazem crer que a violência no futebol parte da própria classe. Depois aparecem como se nada tivessem feito e tentam apagar o fogo, aquele mesmo que eles inflamaram com gasolina, ou inverdades, como queiram.
Do Chico Lang da vida eu não falo nada, ninguém leva essa senhor a sério mesmo. Já virou um personagem. Dele eu até dou risada.
Jornalismo sério para o futebol ter Paz!