segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Futebol se resume a uma palavra: paciência

San Gennaro, mais uma vez clamo seu nome para tentar entender o que acontece com o torcedor, desta vez não apenas palestrino/palmeirense, mas de todos os outros clubes, já o que será escrito abaixo vale para apaixonados, comparsas e simpatizantes, de Palmeiras, Corinthians e São Paulo, respectivamente.
Todos esses meus, vamos por dez anos, acompanhando, ouvindo, assistindo, lendo, escrevendo futebol ainda não são capazes de me dar uma luz e entender a mente "doentia" do torcedor que não consegue esperar (isso é difícil, admito) e/ou confiar em um elenco que nem ao menos tenha pegado na cobiçada esfera, ou diferenciar o que a imprensa branco, preta e rosa diz sobre o nosso perseguido, menosprezado Palmeiras.
Já nossos rivais, inimigos e afins eu acho pouco essa queda na realidade que hoje atravessam. Pintaram o time do veadinho da Disney imbatível, primeira derrota e a dona do prostíbulo ataca os clientes, justo aqueles que picam o cartão todo dia no seu estabelecimento (Parabéns ESPN, essa vida regada a favores obscuros não leva a nada). Fizeram a festa da posse do Obama para apresentar um rapaz que não sabe diferenciar homem de mulher, o menino corre-bebe, bebe-corre, bebe-bebe, corre-corre, e jogar? Sem falar que o time sem ele já é fraco, imaginem com um a menos?
Mas o ponto que quero chegar é antes de iniciar a temporada, na reapresentação de todos os elencos. O que liamos, viamos, escutavamos, escrevíamos (sem generalizar, lógico) é que nosso time era fraco, maldito (perdão San Gennaro!) foi o desmanche, quando Luxemburgo iria sair já que estava supostamente desmotivado, quem são esses reforços, fora Lenny, Keirrison não vem, gambás e bambis eram infinitavemente melhores que nós, rumo a Série B e tantas outras influências negativas que assolaram nossa torcida.
Hoje é tudo diferente, somos o únicos 100%, gambás com futebol medíocre, bambis mal das pernas (não duvide da competência das meninas), Lenny artilheiro (essa nem eu acreditava), Keirrison voando, Luxemburgo voltou a ser treinador, reforços correspondendo além do esperado, ninguém sente falta dos dispensados. E nós, torcedores, como não poderia ser diferente, eufóricos.
Ta aí, pra quem não acreditava, pra quem tinha ressalvas, pra quem duvidava. O Gigante está andando, a passos largos, rumo ao topo novamente. E dessa vez, ninguém vai segura ele, te guiando temos o melhor guia possível nessa jornada.
E que a paciência que economizaram na pré-temporada seja usada quando as inevitáveis derrotas acontecerem.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Dia histórico, dia para não ser esquecido

É, palestrinos/palmeirenses demorou, muito, mais do que devia, mais do que poderíamos agüentar, mas está aí, Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, o novo Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras. Somos privilegiados, vimos a história acontecer, veremos a história do Alviverde Imponente de Palestra Itália inflar. Já notamos rivais, inimigos e, meros, adversários tremerem.

26 de Janeiro de 2009, por volta de 23:20. Dia e hora quase tão importante quanto a daqueles de 1914, de 1942, de 1951, de 1972, de 1993, de 1999. Dia e hora históricos, para ficar marcado na memória, em cada coração de cada torcedor do Palmeiras, dos mais antigos aos mais novos, dos que acompanharam passo a passo a eleição ou dos que nem sabiam que a haveria.

Há quem não concorde com essa empolgação, euforia, confiança no Professor, agora, Presidente Belluzzo. Justificam que um homem só não faz nada sozinho, questionam sua capacidade em administrar um clube de futebol da grandeza do Palmeiras, duvidam que largará suas diversas atividades fora do futebol para se dedicar integralmente ao seu time de coração.

Nosso novo, se Deus quiser futuro, e que por atiutudes malignas ainda não havia sido, Presidente do Palmeiras não fará nada sozinho, não tem como. Belluzzo tem o apoio de grandes palmeirense na sua diretoria (alguns com capacidade duvidosa sim), separará a água do vinho, a primeira vai lavar as Alamedas, o vinho será servido à seus torcedores, como bom time descendente de italianos que somos. Sem falar em sua influência no mercado como um dos 10 maiores economistas do Mundo, eleito homem do ano a alguns anos, conselheiro pessoal do Presidente Lula, é pessoa muito bem relacionada no mercado financeiro. Enfim, tem experiência de sobra nessa selva que se tornou a economia brasileira e mundial.

Questionar sua capacide em administrar o Palmeiras chega a ser uma heresia. Lógico que terá problemas, críticas certamente virão nesses dois anos. O que postei acima serve para justificar que capacidade para esse homem não falta. Mas vale lembrar, mais uma vez e nunca é demais, que foi esse senhor que nos fez capaz de conquistar TODOS os títulos temos desde 1976, com Parmalat (não, não foi aquele outro que trouxe) e Traffic, esse cara, O cara, trouxe a WTorre e viabilizou nessa tão sonhada que já havia sido esquecida Arena.

"Palmeiras faz parte da minha biografia", foi assim que Belluzzo começou última entrevista, ao Terra, antes da eleição. Duvidar que ele vai deixar sua biografia, sua paixão, sua vida de lado para tratar de outras atividades não me entra na cabeça. Belluzzo agora faz parte da biografia do Palmeiras, aliás, sempre fez.

Temos um Presidente íntegro, responsável, comprometido, leal, inteligente, respeitado, amante e conhecedor do futebol, e o mais importante, Palestrino/Palmeirense. Comemorem, nós somos privilegiados, nenhum clube no Mundo tem esse prazer.


Pode sentar na sua cadeira Professor, sinta-se a vontade, agora você é o novo Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras. Parabéns. Nos faça feliz esses dois anos, como fez nesse histórico 26 de Janeiro de 2009, às 23:20.


O Gigante já havia acordado, estava sonolento. Agora, ninguém segura mais. Vai Gigante! Anda! Corre! Pisa em quem estiver no seu caminho, sem dó.

Meus Parabéns e Meu até nunca mais

Parabéns aos 145 verdadeiros alviverdes que mostraram sua imponência, é de conselheiros torcedores que precisamos. Parabéns!

Até nunca mais pra vocês 123 conselheiros sangue-sugas do Palmeiras de 15 milhões. Aí não é sua casa, não é seu lugar. Até nunca mais!

VIVA BELLUZZO!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Somos privilegiados, veremos a história ser feita

Palmeirenses e palestrinos, quantos fatos históricos você teve o prazer de presenciar?

Alguns viram o fim da ditadura, poucos lembram da queda do Muro de Berlim, a maioria lembra quando um metalúrgico assumiu a presidência do Brasil, outros presenciaram João Paulo II ser sucessido, todos viram Obama chutar Bush da Casa Branca.

E nós, privilegiados, estamos prester a ver a história ser feita na nossa Sociedade Esportiva Palmeiras e no futebol brasileiro. Podemos (Vamos!) ter o mais capacitado, comprometido, integro, respeitado, digno, influente, palmeirense, brasileiro presidente da nossa história, de todos os clubes em toda a história do futebol nacional.

Não eleger Belluzzo é dar um tapa na cara de cada palmeirense/palestrino. É regredir aos tempos do ostracismo, é deixar o Oscar do futebol brasileiro de melhor filme a disputa dos rivais e voltou a concorrer pelo de melhor ator-coadjuvante.

Nós não queremos um presidente marionete, nós não vamos ter um presidente bêbado (bambis), no nosso Palmeiras não tem lugar para um presidente freqüentador de "Casas da Luz Vermelha" (gambás). E mais, eu não gosto mesmo de esfirra e beirute.

Como o amigo Custódio disse a um tempo atrás, "Nós queremos um presidente ídolo". E isso Luis Gonzaga Belluzzo tem tudo pra ser. Enfim, está chegando a hora de vermos a história ser feita, ser mudada. E nós somos privilegiados vamos ver isso.

De onde quer que eles estejam, Luigi Cervo, Ezequiel De Simone, Luigi Emanuelle Marzo e Vicenzo Ragognetti torcem pelo bem da Sociedade Esportiva Palmeiras, logo apoiam Belluzzo. E esse é o dever de todo palestrino/palmeirense. O Bem vencerá o Mal, dessa vez para sempre.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

É hoje! Graças a Deus!

Enfim, Deus é Pai, San Gennaro rogai por nós, São Marcos nos defenda, É HOJE O DIA! E mais ainda, É ESSE O ANO!
Desde Dezembro sem emoção, mais de um mês de um misto de insatisfações e apoios, duas semanas apreensivas e desgastantes com treinos fisicos, físicos treinos, treinos táticos, táticos treinos, jogos treinos, treinos jogos. Aconteceu de tudo com o Palmeiras e torcida nessas maledetas férias do futebol. Um recesso que quase mata até quem não torce por nenhum time, ou quem não gosta de futebol. Mas...
A saudade que nos assola será matada nesse 21 de janeiro, as 16 horas, quando o esboço do time de 2009 entrar em campo, contra o já pronto Santo André. Portanto, em caso de uma derrota ou empate já meio que anunciado não se desespere, não solte os cachorros que já devem estar famintos, não volte a culpar os seus "preferidos", não faça uma caça as bruxas no primeiro jogo do ano. Claro, que espero uma vitória, e se essa vier será mais pela camisa e tradição do alviverde imponente do que qualquer outra coisa. Espero que o time de hoje me surpreenda absurdamente e mostre um bom futebol. E que eu não morda a língua, mas que a arranque em uma dentada.
Em relação ao ano que realmente se inicia hoje, só uma frase: "NO FINAL DO ANO, VOU PRA DUBAI!"

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A incessante busca por um ídolo

Qual é a coisa mais fácil no futebol atual? Não é ficar rico, nem jogar na Europa, muito menos ir para Seleção do Togo. É tornar-se ídolo, peça fundamental, o craque dos sonhos do torcedor palmeirense. Fácil como o truque da tabuada do nove.
Vamos aos mais recentes ídolos temporários da nossa torcida, me incluo nessa torcida.
Valdivia chegou desacreditado, desconhecido, sem chances de mostrar sua magia. Demorou a ter uma chance, quando teve voltou pro banco. Quando se firmou, jogou sua poção-mágica no coração do palmeirense, com todo mérito e merecimento. O Mago jogou demais aqui (não sei a quantas anda lá no Deserto), fez miséria com gambás, humilhou bambis, nos fez sorrir, nos fez chorar, deixou saudade. É craque. Mas não fez tudo isso sozinho e talvez pelo carisma, pelo chute no vácuo, pelo chororô, pelo xiu a Bicha Velha e, principalmente, pelo número que carregava as costas, tornou-se o ídolo maior da torcida (Marcos não conta).
Mas, nossa como sempre tem um mas, foi embora, foi fazer dinheiro, jura que volta (Eu Acredito!). E nessa ida deixou milhões órfãos de um ídolo, nem que seja temporário, aí destacou-se um jogador completamente diferente dele, brigador, raçudo, trombador, um atacante-atacante, mas que cravou as garras do peito do palmeirense que não quer deixar ele sair. Pois bem, como Valdivia, um dia ele vai sair, seja agora, no final do ano ou daqui a 10 anos.
E aí? Aí vai aparecer outro temporário para ocupar seu espaço. Se é que já não chegou, né Pierre, Diego Souza, Cleiton Xavier, Marquinhos, Keirrison? E esse for um deles, um dia também vai embora.
Vivemos a era do ídolo-temporário, com prazo de validade. As tentações dos dólares, euros, petrodólares não deixa mais um temporário se tornar ídolo de verdade no Palmeiras.
Os tempos são outros da época de Jair Rosa Pinto, Julinho Botelho, Oberdan, Ademir da Guia, Dudu, Luis Pereira, Evair, Zinho, César Sampaio e tantos outros. Jogadores que passaram anos defendendo nosso manto, alguns saíram sim, mas voltaram como espero que esses um dia voltem.
O nosso último ídolo-ídolo é goleiro, joga com 12, é Santo e se chama Marcos.
Mas o maior ídolo de todos é a Sociedade Esportiva Palmeiras, essa sim é um ídolo ETERNO.

Marcão, Carlão, Sérgião e o pênalti do Marcelinho

Certa vez, estava assistindo o programa "Papo com Mauro" (isso, o Betting) na TV Esporte Interativo, canal carioca mas que tem sinal nas parabólicas da vida. O entrevistado do dia era Carlos Pracidelli, na época ainda treinador de goleiros do Palmeiras.

Pois bem, papo vai papo vem e ele começa a contar a história dos pênaltis da semifinal da Libertadores de 2000. Inesquecível. Talvez descrevendo assim não fique tão engraçado como foi ver ele contando. Mas vamos lá.

Naquela semana Sérgião, Carlão e Marcão passaram a semana vendo vídeos de cobranças de pênaltis dos jogadores gambás. Viram tanto que sabiam de cor e salteado onde cada cobrador daquela bateria iria cobrar. Mas Marcão não fez o combinado, até a última cobrança.

Quando Edilson Pereira de Carvalho apitou o fim do tempo regulamentar, Sérgio virou pra Pracidelli e disse: "Pô Carlão, o Marcão vai pegar tudo, estamos na final". Nos cinco minutos que antecederam as cobranças Marcão disse que lembrava de tudo e faria o combinado.

Começa as cobranças, convertemos a nossa e seria assim até o final. Nas cobranças dos gambás, o despero aumentava a cada cobrança, simplesmente porque Marcão não fazia o combinado. Bola pra um lado, Marcos pro outro. Sérgio e Pracidelli iam a loucura na beira do gramado, a ponto de Sérgio dizer: "Se esse filho da p*** não pular no canto certo eu mato ele".

Antes da cobrança de Júnior, nossa última, Carlão pediu para que o massagista correr atras do gol e foda-se se fosse expulso, e falar pro Marcos fazer o combinado. Só assim Marcão fez o combinado. Em meio a comemoração, Sérgio chegou até ele e disse: "Você quer me matar filho da p***." Marcos respondeu: "Ah cara, mudei de idéia em cima da hora".

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

San Gennaro, que torcida "chata"!

Oh, San Gennaro porque destes a Sociedade Esportiva Palmeiras uma torcida tão "chata"?
Não discrimo a "chatisse" da torcida palestrina/palmeirense, tem os seus motivos para ser. Seja pelo sangue italiano ou a história gloriosa da Socièta Sportiva Palestra Itália/Sociedade Esportiva Palmeiras. Talvez pelo mau costume de vencer tudo na década de 90 e passar por relativas vacas-magras no novo milênio. Ou também seja pelo simples fato de não saber o que ocorre dentro do clube e querer dar pitaco onde não deve e não vai mudar nada.
Inúmeros são os questionamentos dessa "insuportável" torcida, dentre eles: competência da Diretoria, Traffic, Luxemburgo, reforços, Kléber e Keirrisson, eleição, enfim, o que será do Palmeiras no ano de 2009. Todas perguntas pertinentes ao momento vivido pelo nosso querido Palmeiras, mas com pseudos-respostas (se é que isso existe) totalmente fora da realidade, pelo que vejo no bate-papo com alguns "chatos". Não bastasse isso, fazem comparações incabivéis entre Palmeiras, bambis e gambás.
Vamos por tópicos:
Competência da Diretoria: Obviamente não estou feliz com o desenrolar das últimas tentativas de negociações que terminaram frustadas. Mas o torcedor precisa entender que administrar um clube de futebol profissional e real não é como gerenciar um time fantasia nos WE e sites desses joguinhos da vida. Não confiar nessa diretoria é, para não dizer outra coisa, incoerência. Palmeiras não tem dinheiro para sair comprando quem sobrar no mercado, contratar qualquer jogador não é como entrar no Mercado Livre e ir clicando no item que lhe agrada, realizar troca com outro clube não é simples como era trocar figurinhas da Copa de 94. Acho que a maioria não sabe quem são esses diretores, o que eles já fizeram pelo Palmeiras, o que fazem, o que farão.
Traffic: Quando a investidora chegou a um ano atrás, a grande imensa maioria de nossa torcida, comemorou como que antecipando o título paulista em que ela foi fundamental. Comparam-na com a parceira italiana da década de 90, precipitação, Traffic e Parmalat são completamente distintas. A anterior era uma co-gestão, gerenciava tudo dentro do Palmeiras representada por Brunoro, se o Palmeiras ganhava ela ganhava, se não, os dois eram prejudicados. A atual é uma investidora, quer saber do próprio lucro, comparada a antiga, é sim um mal negócio, mas comparada a realidade de hoje, é o melhor negócio do futebol brasileiro. Todos queriam uma Traffic por trás, nós temos e desdenhamos.
Luxemburgo: Mercenário, arrogante, prepotente, passado nebuloso, traíra, comentarista, filho da p***? Sim, mas principalmente filho da p***, um filho da p*** de um treinador bom pra cacete. Criticar as atitudes dele fora de campo é totalmente aceitável, por fim ele pode fazer o que quiser, não vai casar com a minha filha mesmo. Mas porque criticar sua postura como técnico dentro de campo? Foi ultrapassado pelo filho do Telê sim, mas se não podemos ter ele, que fiquemos com segundo melhor em atividade no país. Ou querem a volta de Marcelo Villar, Jair Picerni, Estevão Soares, Candinho, Leão?
Reforços: Repito o que digo a todos, se fossem bambis ou gambás que tivessem trazido Danilo, Mauricio, Cleiton Xavier, Willians, Marquinhos e Keirrison (sim, ele vem) todos os palmeirenses estariam criticando nossa Diretoria lenta e sem vontade por não tê-los trazidos ao Palmeiras. Como todo "chato", a torcida do Palmeiras não dá valor ao que tem, prefere invejar o brinquedo do vizinho.
Kléber e Keirrison: Ah sim, é fácil renovar com o Kléber e trazer o Keirrison agora em Janeiro. É simples, vamos nos dividir em dois grupos, um viaja à Curitiba, outro à Kiev, todos com uma única missão, seqüestrar os dois e trazê-los até a estréia na Pré-Libertadores, no minímo. Combinado? Se os ucranianos não querem vendê-lo pelo valor que o Palmeiras ofereceu, se o tal dinheiro dos italianos não caí na conta do Dínamo, se a imprensinha insiste em que o tal presidente do time da Ucrânia quer Kléber ao lado do Ronaldo-Gordo-que-não-consegue-distingüir-homem-de-mulher, podemos fazer o que? Me expliquem. Se o presidente do Coritiba espera uma proposta do exterior a liberá-lo ao Palmeiras, se aceita nossa proposta para liberá-lo agora, se quer ganhar o disputadíssimo Campeonato Paranaense no ano do seu Centenário com o Keirrison? O que podemos fazer? Me expliquem.
Eleição: Se você é contra essa Diretoria, você é contra Belluzzo. Logo é a favor de Frizzo, logo se alia por tabela a Mustafá Contursi. Mustafá não é Palmeiras. Logo você é contra o Palmeiras. Pare e pense um pouco.
Ooooo torcida "chata". Mas é essa torcida que pode ajudar o Palmeiras voltar a ser o Gigante. Ele já acordou, só falta a gente dá um empurrãozinho pra ele voltar a caminhar.
Abraços e desculpas pelo enorme texto.