domingo, 8 de março de 2009

O Dia 8 chegou! É hoje!

É diferente! É anormal! É angustiante! É emoção! É esperado! É sufoco! Sempre tem um predestinado! Sempre tem um herói! Sempre tem um vilão! E, por mais contraditório que seja, para definir esse jogo é simples, são duas expressões, "é Derby", "é Palmeiras versus Corinthians". E o melhor, é hoje! O Dia 8 chegou!
Uma data imensuravelmente triste me aguarda para escrever sobre os meus momentos inesquecevéis sobre Palmeiras e Corinthians. Mas Palmeiras e Corinthians, qualquer um, não pode esperar para ao menos eu expressar minha relação com esse clássico.
Juro que conto cada detalhe abaixo, quando for conveniente para mim e para ele (Saudade Eterna Pai!).
Senti Palmeiras. Palmeiras me acolheu nesse Derby, nesse clássico, naquele histórico de 1993. Vivi Rio-SP, vibrei com o Brasileirão de 94.
Chorei com derrotas, chorei com vitórias.
Vivi, senti, chorei, vibrei, pulei indescretivelmente com as duas Libertadores. Aquilo foi magnífico, foi épico, foi histórico, foi mágico. É, e sempre será, a nossa maior humilhação sobre eles. E para eles, a maior humilhação sofrida por nós.
Não vou esquecer dos últimos quatros jogos. O que vem acontecendo é utopia para eles. Para nós, apenas a confirmação de nossa superioridade. Somos sim, superiores a eles.
Quem venham com Ronaldo Bunda de Urso Nazário de Lima. Nós temos Lucas Pierre Cão de Guarda Palmeiras. Nós temos Edmilson Também Penta-Campeão do Mundo. Dá para comparar?
O clássico, o Derby, é diferente por inúmeros fatores. Mas nós, a Sociedade Esportiva Palmeiras é diferenciada.
O Dia 8 chegou! É hoje!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Palmeiras versus Gambás, sempre uma epopéia!

Não será uma simples partida de futebol! Não será apenas um jogo numa fase classificatória! Não será o confronto mais importante da história entre os dois! Não será na cidade que viu suas maiores batalhas! Não será uma batalha, uma guerra, um confronto sangrento! Mas como sempre, será épico. Estamos prestes a acompanhar mais uma epopéia palestrina/palmeirense tendo como coadjuvante aquele freguês fiel.
Palmeiras versus Corinthians é o maior evento esportivo do Estado, quiçá do País. Se tivessemos 50 clássicos no mesmo ano, teríamos 50 maiores eventos esportivos em doze meses.
Já sofremos contra eles, já os fizemos sofrer (e muito!). Já sorrimos, já choramos (de alegria e de dor). Esse jogo historicamente falando é diferente, é nervosismo, é angústia, expectativa, suor, frio na barriga e todos outros sentimentos compatíveis que houverem, ininterruptos durante os 90 minutos da peleja, fora os acréscimos e a semana que antecede o clássico.
Não importa os jogadores que estão em campo, não importa os técnicos ou o árbitro, não importa se a camisa é azul, violeta ou verde-limão. Não importa se no estádio estiverem só os parentes dos jogadores. Não importa em que divisão de base seja ou se é o Master de cada clube. Não importa até que esporte estão disputando. O que importa é que é Palmeiras e Corinthians, é rivalidade à flor da pele, é "sangue no zóio", é você e o outro carinha querendo a mesma garota. É Palmeiras e Corinthians, isso já basta para definir esse Derby.
E pelo visto, o Gordo Bunda de Urso Comedor de Traveco Nazário de Lima vai ser apresentado ao Monstro Lucas Pierre Cão de Guarda Santos Oliveira.
Que a gambazada venha pagar o pato por terça.

quarta-feira, 4 de março de 2009

O Palmeiras virou o Ibís!

Meu Deus! São Marcos! San Gennaro! Belluzzo! Luxemburgo! Porque fazem isso com o Palmeiras? Porque montaram um time bizonho, medíocre, vexatório desses em um ano tão importante com Libertadores? Não fizeram o minímo de esforço pra segurar o Kléber, deixaram Valdivia e Henrique saírem (no já distante 2008), trouxeram esse jogadorzinho de nome esquisito que só faz gol de rebote e pênalti (o tal do Keirrison!), tiveram a audácia de trazer o rebaixado Cleiton Xavier e esses Willians e Marquinhos, refugos do Vitória para jogar no Palmeiras? Que time ridículo vocês montaram. Perdemos até jogo treino pro Rio Claro e pro time de Araras!
Essa é a nossa torcida, esquece todas as alegrias, tudo de bom que o time fez no ano no caso de uma derrota, sim, vergonhosa, humilhante.
O time foi apático ontem? Foi, foi só ontem. É inexperiente em Libertadores? É, mas esquecem da atitude que tiveram contra a LDU, lá em Quito. A zaga deixa a desejar? Muito, mas os erros estão aí para serem consertados. O time é bom? Excelente, ou sua opinião mudou depois de ontem?
E a Libertadores, acabou para nós? Não, ela está apenas começando. Lembrem-se de 1999, perdemos e empatamos contra o Olímpia (PAR), e perdemos outra pros gambás. Classificamos em segundo no grupo. O resto a história faz sua parte de contar.
A derrota de ontem doeu, como há muito tempo um revés não machucava. Mas nada está perdido, temos ainda 12 pontos em disputa, em um grupo de quatro em que se classificam dois, 10 pontos são suficientes para classificação.
Quem não acredita, não é Palmeiras! Quem critica esse time com tanta enfâse é cego.
Do dia pra noite o Palmeiras virou o Ibís?
E que venham os gambás para pagar o pato pela noite de ontem. Noite, jogo para serem esquecidos.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Libertadores, é quase tudo!

É Libertadores! É guerra! É garra! É malandragem! É sonho! É magia! É alegria! É lembrança! É história! É Palmeiras! É quase tudo!
Libertadores é diferente, é outro patamar de competição, está elevada a um nível superior de disputa. Muito se diz que os europeus dão mais valor à Liga dos Campeões do que ao Mundial de Clubes. Nós, sulamericanos, não ficamos longe nessa comparação. Eles podem valorizar pelo dinheiro, nós, pelo respeito e pela projeção que essa conquista nos dá.
Jogar uma Libertadores é como ir para o fronte de uma Guerra, de peito aberto, mas armado até os dentes. Voltar vivo ou não vai da sua competência, sorte, planejamento, treinamento e/ou estratégia. Para terminar ela e voltar para casa trazendo sua medalha é necessário tudo isso, porém não se esquecendo da garra e da malandragem que seus oponentes tanto usarão contra você e que devem ser atiradas de volta ao fronte inimigo, como granadas mortais.
Em uma Libertadores está em jogo o sonho de todo um clube, de todo um elenco e comissão técnica, de todas a gerações de uma só torcida. A geração que ainda não sentiu o sabor de conquistar a América não sabe a magia que é comemorar esse título. E quem viu não consegue mensurar a alegria que é saber que seu time é o melhor da América. Libertadores é mágica.
Lembrar de uma Libertadores é impossível. Uma traz outra, outra traz mais duas e assim vamos revivendo nossa história pela América. Quatro finais, um título, duas eliminatórias épicas contra os gambás, uma goleada histórica sobre o "Boquinha", uma epopéia contra o Grêmio, roubos, bambis, campanhas pifias, campanhas magnificas que não resultaram em título, um 99 histórico. Libertadores é isso, é história que se funde com o Palmeiras. É impossível definir Libertadores em uma palavra, assim como não conseguimos definir o Palmeiras. Libertadores e Palmeiras se misturam, fazem parte de uma mesma história.
E Libertadores é quase tudo. Porque esse "tudo" nós vamos buscar no final do ano em Dubai.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Karamba, como esse K-9 joga!

Kombatente, komprometido, kompetente, kerido, karismático, Keirrison, K-9. A expektativa em torno do artilheiro sempre foi grande, desde kuando o acerto okorreu no ano passado esperavámos por seus gols. Valeu a pena esperar, já komeça a fazer jus ao dinheiro desembolsado para que viesse agora no início do ano, já é o melhor jogador do Brasil.
Eu sei, é pouko tempo para previsões e diagnóstikos konclusivos, mas me respondam. Desde kuando não víamos um atakante como ele? Kem talvez konseguido kativar com gols a torcida que kanta e vibra tenha sido Vagner Love (digo no estilo de jogar), mas saiu cedo demais (os motivos sabemos). Ke os euros e o glamour europeu não tire nosso Novo Matador daqui antes das nossas konquistas (isso, no plural) em 2009.
Em poukos jogos o moleke que veio do Koxa-Branka de Kuritiba nos fez eskecer até do Gladiador. Mas é inevitável não tenhar fazer uma projeção do ke seria esse atake com Keirrison e Kléber (os K's desse texto teriam que ser em dobro).
Keirrison tem pinta de ídolo, kara de menino, futebol de gente grande e kakuete de artilheiro. Veio para fazer história e que esse livro seja grande ou que no máximo tenha seu capítulo final na Kopa do Mundo de Clubes em Dezembro. Porke sua história no futebol vai muito além dessa Kopa, vai atravessar Kontinentes com a Seleção Kanarinho e vai ter seu klimax em Kopas de Seleções.
Ke o kapitão do tetra kontinue a ver os seus brasileiros da Europa, porke o moleke merece a Seleção, mas a cegueira de Dunga para o futebol brasileiro o impede de ver isso. E ke que kontinue assim. Seja koerente e kontinue konvocando os "estrangeiros".
Ke K-9 continue assim. E karamba, como esse K-9 joga!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Vamos perder. Mas vamos ser Campeões!

Dia de jogo do Palmeiras nesse início de 2009 se resume a uma única pergunta: "De quanto vamos ganhar hoje?". A euforia que nos toma conta é algo que a muito não sentíamos. A expectativa de ver um Palmeiras forte, competitivo, jogando bem e bonito já era algo quase que apagado da memória palmeirense.

Se temos a iminente certeza da vitória a cada partida que esse time joga, temos também que ter a consciência que um dia a derrota virá. E quando isso acontecer, pés no chão, cabeça erguida, confiança mantida e apoio. Pode parecer besteira, mas beira o preocupante essa série magnífica invicta que atravessamos. No dia da primeira derrota do ano, as cobranças e atitudes não pensadas podem desencadear uma pressão no elenco que não precisa e não tem motivos para existir. Esqueça o que a imprensa vai dizer.

O elenco é profissional, a comissão técnica é experiente, mas o torcedor é irracional. A paixão, o amor pelo Palmeiras extrapola qualquer bom senso imediato quando o assunto é nosso clube. Antes de soltar os cachorros e iniciar a caça as bruxas, esfrie a cabeça, reflita, pense antes de falar ou escrever. Esse ano promete, 2009 será Verde!

A primeira derrota, sim, será frustrante, vai magoar, mas ela virá. Pode vir hoje, no próximo jogo ou daqui 20 partidas. Um dia ela virá. Resta a nós ter a capacidade de assimilá-la e ter a consciência de que nenhum time passa uma temporada invicto. Mas, mais certo que a primeira derrota, são títulos (isso, no plural) em 2009.

Sim, esse ano o Palmeiras vai perder! Sim, esse ano o Palmeiras vai ser Campeão!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Isso cansa! Queremos Paz!

Fique fora do meio virtual por alguns dias, acompanhei pouca televisão no final de semana e não comprei um tal diário esportivo nessa segunda. Mas me deparei com amigos me informando, mesmo que sem a intenção, do que vem acontecendo com a comemoração do nosso novo Matador, sim Matador.
Proibam, boicotem, processem telejornais e jornais impressos que divulgam imagens de menores e adultos com armas em punho, que mostram imagens de corpos alvejados com tiros de ARMAS REAIS. Que, sem o menor receio, exploram Guerras e atentados. Que dão espaço a bandidos da pior espécie em suas grades e manchetes. Isso é o que deve ser criticado, a banalização da violência. Futebol é arte, é alegria, é irreverência.
Se criticam e pretendem boicotar o maior MATADOR do futebol brasileiro. Proponho que não usem mais também as expressões "matar a bola", "matou o goleiro", "tiro livre indireto", "atirou pro gol", etc, etc, etc. Se a penúltima comemoração do Keirrison dá alguma conotação de violência, o que dizer dessas expressões do futebol citadas acima? "Matador" também é uma expressão do futebol, e ele fingir atirar com uma arma de fogo imaginária é muito diferente de menores nos morros do Brasil a fora empunhando uma real, que a imprensa não cansa de divulgar todos os dias.
Um citação do livro "Dicionário do Futebol" de Haroldo Maranhão. "Matador: Goleador de peito forte que não teme confronto, que afasta marcadores e rompe caminho na investida do gol". Keirrison é o que? É Matador, dentro de campo.
Todos sabem da índole do garoto. Todos nós já conhecemos um pouco dele. É visível que o novo Matador do Palestra é gente boa e não comemorou daquele jeito por mal. Querem polemizar onde não existe polêmica.
Toda semana é uma coisa nova tirada de mentes insanas tentanto denegrir a imagem do Palmeiras. Nós palmeirenses sabemos que isso é impossível. Mas isso cansa! Queremos Paz!