quarta-feira, 11 de março de 2009

Sem apoio, ninguém é vencedor!

Ferrou, acabou o ano! Elenco medíocre, comissão técnica amadora! Muda tudo Belluzzo enquanto é tempo! Empate contra o Ituano, tragédia comparada a eliminação para o ASA de Arapiraca (Desculpem-me pela lembrança!). Meu Deus! San Gennaro! E São Marcos! Não sou imbatível, eu também empato contra time pequeno!
Ah torcida que canta e vibra! Ah palestrinos/palmeirenses, ninguém é impatavél (Inventei essa palavra?)? Ninguém falha? Seja na formação do time, seja durante o jogo, seja em um passe, um bico pra longe de nossa meta ou arremate ao gol adversário, em um jogo?
Contra o Ituano falhamos sim! Da escalação ao apito final. Das bolas nas traves inimigas aos iminentes perigos de gols não sacramentados pelo nosso ataque. Pela nossa "fomeza". Pela noite ruim de nossos jogadores que sabem jogar o futebol brasileiro atual.
Empatamos com o pequeno Ituano, jogando mal, não apresentando o futebol que os alienados por Barcelona's e Manchester's (Cuspi no chão, confesso!) estão acostumados. E daí? Meu time joga em um futebol que é nivelado por baixo pelos parâmetros europeus. O nosso Palmeiras joga 0 Paulistão, melhor estadual do País, e é líder. Joga a Libertadores, e tem condição de classificar as Oitavas. Aí amigo, se classificar (E VAI!), segura!
Os críticos ferrenhos, para não dizer cornetas, tentam justificar as críticas dizendo que o podemos perder o Paulistão, dizem que somos carta fora do baralho na Libertadores. Eles conseguem nos eliminar da disputa pelo título nacional em Março. O Mundial eu não falo nada, porque se nao acreditam na Libertadores, o Mundial é a maior utopia da Terra para eles. Para mim não, e espero que para quem está lendo isso também. Acredito na Sociedade Esportiva Palmeiras até o fim!
Não é por causa de um empate que vou jogar a toalha. Ainda vamos abir vantagem dos concorrentes pela primeira posição do Paulista. Vamos nos classificar na Libertadores e ser campeões. Vamos brigar, e muito pelo título do Campeonato Brasileiro. E vamos, sim, viajar pra Dubai no final do ano, seja contra quem for.
Porque eu sou Palmeiras! Eu sou história! Nenhum empate me abala! Nenhuma derrota me derruba! Nenhum título me satisfaz! Eu sou o Campeão do Século XX! E vou ser do Século XXI!
Não é o time da Arrancada Histórica de 1942! Não é o Campeão Mundial de 1951! Não é a Primeira Academia! Nem a Segunda! Não é 1993 ou 1994! Não é a Máquina Verde de 1996! Não é o histórico time de 1999! É 2009! Não é bom, é excelente! Não vai vencer todos os jogos, mas vai ser Campeão! Resta a nós, torcedores, apaixonados, fanáticos, acreditar nisso.
Ganhou, você tem que ser Palmeiras! Empatou, você tem que ser Palmeiras! Perdeu, você tem que ser Palmeiras!
Sem apoio ninguém é vencedor!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Sim! Nós somos superiores!

Clássico. Palmeiras versus Corinthians. Bom empate. Resultado normal. Freguesia mantida. Mediocridade corinthiana alardeada nos quatro cantos do Mundo. Superioridade, grandeza palmeirense ainda mais evidente.
A imprensa faz o seu papel de mostrar ao Mundo o gol do Gordo. A imprensa põe o Ronaldo acima do Corinthians. A imprensa faz o seu papel, põe o Corinthians no seu devido lugar, abaixo de nós, abaixo de um único jogador. E o engraçado é que a gambazada vai na onda e se rebaixa ainda mais compartilhando desse oba-oba.
Agora vai um pequeno relato do que vi ontem:
Churrasco, cerveja, futebol e mulher. As quatro coisas que fazem o homem ter prazer em viver. Como se não bastasse, esse futebol era Palmeiras e Corinthians. Eu, mais 12 gambás e um bambi sentados na mesma sala acompanhando o jogo regado a cerveja e muito cigarro (a carne ainda não tinha saído).
Como de hábito, a maioria gambazenta chegou atrasada perguntando se o Ronaldo estava em campo (Ué, o jogo era Palmeiras contra Corinthians ou Palmeiras contra Ronaldo?). A bola rolando em campo, eu apreensivo com o jogo, o bambi quieto e os gambás vibrando a cada uma das inúmeras aparições do Gordo sentado no banco de reservas. Pensava comigo, mas gambazada e o jogo?
Durante o primeiro tempo, pequenas discussões sem maiores consequências tumultuaram nosso ambiente quase que fraternal, como não poderia ser diferente meus argumentos eram abafados pela maioria fedida, não raros sempre falando do amor da vida deles (Não! Não é o Corinthians!).
Intervalo. Mais cerveja, mais cigarro. E pra eles mais Ronaldo. Nesse momento fiquei de longe ouvindo as declarações de amor quase que bambísticas para com o Comedor de Traveco.
Segundo tempo, a cerveja de todos já subiram, a empolgação aumenta e as mulheres se juntam aos homens na sala. Ambiente desconfortável agora, cerca de 20 pessoas num cúbiculo. Para eles imagino que estava bom, ou ao menos, familiar, sabemos que os presídios do Brasil são super lotados, né.
Quando Keirrison dá aquele lindo passe a Diego Souza e o Caçador de Borboletas Felipe erra, silêncio quase que fúnebre interrompido com meu grito de GOL e inúmeros palavrões. Quando me dei conta estava no meio da sala rodeado de gambás sedentos por sangue. Tomei um tapa de leve no braço, mas não foi de um gambá. Era minha companheira tentando me tirar do quase inevitável corredor polonês.
Daí em diante, não me contive. Piadinhas, gozações e tudo o mais contra eles. Mas sempre atento ao jogo.
Fui buscar uma cerveja na cozinha, minha companheira me acompanha e pedi para eu ficar quieto, que caso tomassemos um gol eu estava perdido (Boca maldita, fala aí?). Nesse momento um grito de gozo vem da sala, corri para ver o gol gambazento. Não era gol, era Ronaldo que ia entrar.
Desse momento em diante o dia estava completando para eles. O jogo ficou em segundo plano. O que interessava estava acontecendo, Ronaldo Comedor de Traveco Nazário de Lima estava em campo contra o Gigante Palmeiras. Orgasmos múltiplos tomaram conta do ambiente. Ao mesmo que foi bonito ver aquela idolatria foi ridículo ver que a "fiel" torcida esqueceu do seu time e passou a torcer exclusivamente por um único jogador, um gordo.
No escanteio do gol gritei por Bruno. O Gordo marcou. O corredor polonês foi inevitável. E enquanto tomava uns tapas (faz parte da cultura gambá agredir), não escuta gritos de "É Corinthians!", apenas ouvia "Ronaldo! Ronaldo! Ronaldo!".
E o bambi? Pasmem, o bambi comemorou o gol gambá.
O jogo acabou. O churrasco continuou e a discussão ficou quente. Meus argumentos foram os mais diversos, os deles apenas um, o já cansativo Ronaldo.
Ontem eu vi, confirmei mais do que nunca que o Palmeiras é o maior do País. E que Palestrino/Palmeirense é o mais apaixonado dentro todos os torcedores. Torcemos para o Palmeiras vencer, queremos sempre o topo, estamos no topo. Não torcemos por empate, não comemoramos empate e não torcemos por um único jogador. Em primeiro lugar somos Palmeiras. Em primeiro lugar é Palmeiras.
E que a gambada comemore o empate mesmo. Mas que não esqueçam de correr atrás, porque o líder continua o mesmo.
Sim! Nós somos superiores, em todos os aspectos.

domingo, 8 de março de 2009

O Dia 8 chegou! É hoje!

É diferente! É anormal! É angustiante! É emoção! É esperado! É sufoco! Sempre tem um predestinado! Sempre tem um herói! Sempre tem um vilão! E, por mais contraditório que seja, para definir esse jogo é simples, são duas expressões, "é Derby", "é Palmeiras versus Corinthians". E o melhor, é hoje! O Dia 8 chegou!
Uma data imensuravelmente triste me aguarda para escrever sobre os meus momentos inesquecevéis sobre Palmeiras e Corinthians. Mas Palmeiras e Corinthians, qualquer um, não pode esperar para ao menos eu expressar minha relação com esse clássico.
Juro que conto cada detalhe abaixo, quando for conveniente para mim e para ele (Saudade Eterna Pai!).
Senti Palmeiras. Palmeiras me acolheu nesse Derby, nesse clássico, naquele histórico de 1993. Vivi Rio-SP, vibrei com o Brasileirão de 94.
Chorei com derrotas, chorei com vitórias.
Vivi, senti, chorei, vibrei, pulei indescretivelmente com as duas Libertadores. Aquilo foi magnífico, foi épico, foi histórico, foi mágico. É, e sempre será, a nossa maior humilhação sobre eles. E para eles, a maior humilhação sofrida por nós.
Não vou esquecer dos últimos quatros jogos. O que vem acontecendo é utopia para eles. Para nós, apenas a confirmação de nossa superioridade. Somos sim, superiores a eles.
Quem venham com Ronaldo Bunda de Urso Nazário de Lima. Nós temos Lucas Pierre Cão de Guarda Palmeiras. Nós temos Edmilson Também Penta-Campeão do Mundo. Dá para comparar?
O clássico, o Derby, é diferente por inúmeros fatores. Mas nós, a Sociedade Esportiva Palmeiras é diferenciada.
O Dia 8 chegou! É hoje!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Palmeiras versus Gambás, sempre uma epopéia!

Não será uma simples partida de futebol! Não será apenas um jogo numa fase classificatória! Não será o confronto mais importante da história entre os dois! Não será na cidade que viu suas maiores batalhas! Não será uma batalha, uma guerra, um confronto sangrento! Mas como sempre, será épico. Estamos prestes a acompanhar mais uma epopéia palestrina/palmeirense tendo como coadjuvante aquele freguês fiel.
Palmeiras versus Corinthians é o maior evento esportivo do Estado, quiçá do País. Se tivessemos 50 clássicos no mesmo ano, teríamos 50 maiores eventos esportivos em doze meses.
Já sofremos contra eles, já os fizemos sofrer (e muito!). Já sorrimos, já choramos (de alegria e de dor). Esse jogo historicamente falando é diferente, é nervosismo, é angústia, expectativa, suor, frio na barriga e todos outros sentimentos compatíveis que houverem, ininterruptos durante os 90 minutos da peleja, fora os acréscimos e a semana que antecede o clássico.
Não importa os jogadores que estão em campo, não importa os técnicos ou o árbitro, não importa se a camisa é azul, violeta ou verde-limão. Não importa se no estádio estiverem só os parentes dos jogadores. Não importa em que divisão de base seja ou se é o Master de cada clube. Não importa até que esporte estão disputando. O que importa é que é Palmeiras e Corinthians, é rivalidade à flor da pele, é "sangue no zóio", é você e o outro carinha querendo a mesma garota. É Palmeiras e Corinthians, isso já basta para definir esse Derby.
E pelo visto, o Gordo Bunda de Urso Comedor de Traveco Nazário de Lima vai ser apresentado ao Monstro Lucas Pierre Cão de Guarda Santos Oliveira.
Que a gambazada venha pagar o pato por terça.

quarta-feira, 4 de março de 2009

O Palmeiras virou o Ibís!

Meu Deus! São Marcos! San Gennaro! Belluzzo! Luxemburgo! Porque fazem isso com o Palmeiras? Porque montaram um time bizonho, medíocre, vexatório desses em um ano tão importante com Libertadores? Não fizeram o minímo de esforço pra segurar o Kléber, deixaram Valdivia e Henrique saírem (no já distante 2008), trouxeram esse jogadorzinho de nome esquisito que só faz gol de rebote e pênalti (o tal do Keirrison!), tiveram a audácia de trazer o rebaixado Cleiton Xavier e esses Willians e Marquinhos, refugos do Vitória para jogar no Palmeiras? Que time ridículo vocês montaram. Perdemos até jogo treino pro Rio Claro e pro time de Araras!
Essa é a nossa torcida, esquece todas as alegrias, tudo de bom que o time fez no ano no caso de uma derrota, sim, vergonhosa, humilhante.
O time foi apático ontem? Foi, foi só ontem. É inexperiente em Libertadores? É, mas esquecem da atitude que tiveram contra a LDU, lá em Quito. A zaga deixa a desejar? Muito, mas os erros estão aí para serem consertados. O time é bom? Excelente, ou sua opinião mudou depois de ontem?
E a Libertadores, acabou para nós? Não, ela está apenas começando. Lembrem-se de 1999, perdemos e empatamos contra o Olímpia (PAR), e perdemos outra pros gambás. Classificamos em segundo no grupo. O resto a história faz sua parte de contar.
A derrota de ontem doeu, como há muito tempo um revés não machucava. Mas nada está perdido, temos ainda 12 pontos em disputa, em um grupo de quatro em que se classificam dois, 10 pontos são suficientes para classificação.
Quem não acredita, não é Palmeiras! Quem critica esse time com tanta enfâse é cego.
Do dia pra noite o Palmeiras virou o Ibís?
E que venham os gambás para pagar o pato pela noite de ontem. Noite, jogo para serem esquecidos.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Libertadores, é quase tudo!

É Libertadores! É guerra! É garra! É malandragem! É sonho! É magia! É alegria! É lembrança! É história! É Palmeiras! É quase tudo!
Libertadores é diferente, é outro patamar de competição, está elevada a um nível superior de disputa. Muito se diz que os europeus dão mais valor à Liga dos Campeões do que ao Mundial de Clubes. Nós, sulamericanos, não ficamos longe nessa comparação. Eles podem valorizar pelo dinheiro, nós, pelo respeito e pela projeção que essa conquista nos dá.
Jogar uma Libertadores é como ir para o fronte de uma Guerra, de peito aberto, mas armado até os dentes. Voltar vivo ou não vai da sua competência, sorte, planejamento, treinamento e/ou estratégia. Para terminar ela e voltar para casa trazendo sua medalha é necessário tudo isso, porém não se esquecendo da garra e da malandragem que seus oponentes tanto usarão contra você e que devem ser atiradas de volta ao fronte inimigo, como granadas mortais.
Em uma Libertadores está em jogo o sonho de todo um clube, de todo um elenco e comissão técnica, de todas a gerações de uma só torcida. A geração que ainda não sentiu o sabor de conquistar a América não sabe a magia que é comemorar esse título. E quem viu não consegue mensurar a alegria que é saber que seu time é o melhor da América. Libertadores é mágica.
Lembrar de uma Libertadores é impossível. Uma traz outra, outra traz mais duas e assim vamos revivendo nossa história pela América. Quatro finais, um título, duas eliminatórias épicas contra os gambás, uma goleada histórica sobre o "Boquinha", uma epopéia contra o Grêmio, roubos, bambis, campanhas pifias, campanhas magnificas que não resultaram em título, um 99 histórico. Libertadores é isso, é história que se funde com o Palmeiras. É impossível definir Libertadores em uma palavra, assim como não conseguimos definir o Palmeiras. Libertadores e Palmeiras se misturam, fazem parte de uma mesma história.
E Libertadores é quase tudo. Porque esse "tudo" nós vamos buscar no final do ano em Dubai.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Karamba, como esse K-9 joga!

Kombatente, komprometido, kompetente, kerido, karismático, Keirrison, K-9. A expektativa em torno do artilheiro sempre foi grande, desde kuando o acerto okorreu no ano passado esperavámos por seus gols. Valeu a pena esperar, já komeça a fazer jus ao dinheiro desembolsado para que viesse agora no início do ano, já é o melhor jogador do Brasil.
Eu sei, é pouko tempo para previsões e diagnóstikos konclusivos, mas me respondam. Desde kuando não víamos um atakante como ele? Kem talvez konseguido kativar com gols a torcida que kanta e vibra tenha sido Vagner Love (digo no estilo de jogar), mas saiu cedo demais (os motivos sabemos). Ke os euros e o glamour europeu não tire nosso Novo Matador daqui antes das nossas konquistas (isso, no plural) em 2009.
Em poukos jogos o moleke que veio do Koxa-Branka de Kuritiba nos fez eskecer até do Gladiador. Mas é inevitável não tenhar fazer uma projeção do ke seria esse atake com Keirrison e Kléber (os K's desse texto teriam que ser em dobro).
Keirrison tem pinta de ídolo, kara de menino, futebol de gente grande e kakuete de artilheiro. Veio para fazer história e que esse livro seja grande ou que no máximo tenha seu capítulo final na Kopa do Mundo de Clubes em Dezembro. Porke sua história no futebol vai muito além dessa Kopa, vai atravessar Kontinentes com a Seleção Kanarinho e vai ter seu klimax em Kopas de Seleções.
Ke o kapitão do tetra kontinue a ver os seus brasileiros da Europa, porke o moleke merece a Seleção, mas a cegueira de Dunga para o futebol brasileiro o impede de ver isso. E ke que kontinue assim. Seja koerente e kontinue konvocando os "estrangeiros".
Ke K-9 continue assim. E karamba, como esse K-9 joga!